Explorar o que existe e que ninguém aprecia realmente



Por certas alturas, sinto-me uma sortuda. Felicidade constante de não querer abdicar do meu lar sossegado para uma cidade barulhenta não só à hora de ponta. Adoro a forma como o vento atravessa os campos e como ele soa a passar. Adoro sair de casa e ter quase um jardim botânico à minha volta. Poder passear e ter a certeza que vou poder ver algo magnífico. É extraordinário como a natureza nos dá tanto e enriquece tanto os nossos sentidos. É como estar a pisar algo que renasce, não como uma passadeira no meio da cidade mas como andar sem perder o gosto, poder aproveitar alguns momentos em silêncio apenas ao som do mundo. Há tantas flores tão mal cheirosas, mas que compensam tanto com o exterior. Que comparação metafórica para os seres humanos.

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